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09/10/2009

Christiane Torloni convidada do 14º Meeting Internacional [República Dominicana]


O desenvolvimento econômico, a questão ambiental e o turismo na América Latina serão os temas centrais do 14º Meenting Internacional que o Lide – grupo de líderes empresariais – promove entre esta sexta-feira (9) e o dia 12 de outubro na República Dominicana.


Um dos grandes diferenciais deste evento é o fato de reunir vários grupos e pensamentos no mesmo espaço. O encontro contará com a presença de cerca de 160 CEOs das maiores empresas brasileiras, ministros, parlamentares e autoridades do governo do Brasil e da República Dominicana, além de representantes da classe artística, como os atores Carlos Alberto Riccelli, Christiane Torloni, Bruna Lombardi, Regina Duarte, a cantora Daniela Mercury, entre outros.


* 8/10 ( quinta) ===> José Luiz Gandini promoveu coquetel com Grupo de Líderes Empresariais, no Caesar Park Internacional Airport.


Correio da manhã entrevista Christiane Torloni : "Fui criada para ser uma atleta"

Filha de artistas, Christiane Torloni revela que foi "criada para ser atleta" e não actriz. Beber água é o segredo de beleza da actriz que interpreta 'Melissa' em 'Caminho das Índias' (SIC).



- Interpretar Melissa foi...
Um desafio. Fui percebendo que seria interessante não mudar a forma dela – roupa, cabelo,... tiques femininos – ao mudar o conteúdo, mas sem a humanizar claramente. Ela não podia perder o seu glamour, aquela estética exuberante, porque a graça é ela ter essa frequência lírica. A Melissa vai mudar, mas as pequenas mudanças vão ser mais visíveis nos seus silêncios.


- Como foi gravar a cena de violência com a Yvone (Letícia Sabatella), a vilã, que entrou no ranking das cinco melhores brigas no Brasil?
Demorou-se quatro horas a gravar essa cena. Praticamente eu encontro a Letícia no início e no fim da cena. Até lá a gravação foi com a dupla, o que permite uma liberdade de explosão dramática muito maior, porque não se está a bater numa colega de cena (risos). As cenas violentas são difíceis para mim porque fiz luta e esgrima muitos anos e sei que podemos magoar.

- Tem pânico da violência?
Tenho pavor de magoar alguém. Nunca fui mãe de bater num filho. Não sou uma pessoa violenta. Na cena da pancadaria com a Yvone, gravámos take a take e tudo foi preparado até ao mais ínfimo pormenor, o que dá segurança, porque nestes casos o que me assusta é o improviso.


- Não gosta do improviso?
Não. Até para fazer comédia eu tenho de ensaiar.


- E na vida?
Na vida eu brinco muito, mas a vida é diferente. Tenho um rigor enorme na profissão e bastante disciplina na vida, pela criação e educação que tive.


- Teve uma educação rigorosa?
Apesar de ser educada por actores, o meu pai e a minha mãe fizeram parte da primeira escola dramática do Brasil, eles foram muito rigorosos comigo. Nessa escola lia-se numa parede: teatro é duro. Servir a arte é muito difícil, tem de se ter muita disciplina. E ter disciplina é domar-se a si próprio.


- E os pais não queriam que fosse actriz?
Não. Porque o teatro é duro (risos). O meu pai era um actor premiado e não aguentou, por isso abandonou a carreira. Não queriam que seguisse a mesma vida. Tanto que o meu pai só entrou no meu camarim pela primeira vez já tinha eu 10 anos de carreira. Aí eu falei: agora sim, agora já sou actriz. É muito importante ter o apoio dos pais.


- Preferiam que tivesse outra profissão?
Ninguém queria que eu fosse actriz na minha casa, então toda a gente insistia em atletismo. Fui criada para ser atleta.


- Então é por esse passado desportista que se mantém em forma? Qual o segredo?
Primeiro, bebo muita água. Um litro e meio de água por dia, religiosamente. E, depois, faço exercício, que é algo que me dá muito prazer.


- Foi criada para ser atleta...
Para mim a actividade física está ligada a uma sensação lúdica. Adoro andar de bicicleta. Pratiquei ciclismo durante muitos anos, nadei durante 11 anos e adoro natação ainda hoje. Velejo, também, mas caio muito, porque levo muitas vezes com o mastro na cabeça e depois farto-me de rir. Até no ioga. Às vezes as posições são tão estranhas que morro de riso. Faço meditação também. E depois acho que o bom astral está sempre ligado ao lúdico. Se nos divorciamos da nossa criança interior, envelhecemos.


- Como foi manter aquela voz em ‘Caminho das Índias’?
Tudo é treino. Entrei sem medo na personagem e consegui mantê-la, tentando que ela nunca perdesse aquela identidade de ‘dondoca’, fútil...


- Como é o fim desta mulher que não reconhece a doença [esquizofrenia] do filho?
Ela não vai desistir do filho e vai ter orgulho dele, mas é muito difícil aceitar que um filho tem um problema. A grande dúvida era saber se ela ia desistir do Tarso, porque há mães que desistem dos seus filhos, principalmente mães de uma classe social abastada. Elas internam os filhos, têm outro filho... enquanto as mães de uma classe baixa são até capazes de ter mais filhos com problemas.


- E a relação com o marido?
Nada será alterado, a relação deles sai fortalecida. Eu e o Humberto Martins (Ramiro) divertimo-nos muito.


- Houve muito improviso nas gravações?
A Melissa tem muitas expressões de improviso e a Glória [Perez] aproveitou algumas e colocou-as no guião.


- A forma como Melissa reage quando desconfia que é traída é peculiar...
É difícil uma mulher aguentar a traição sem ter, pelo menos, um ataque de fúria, mas a Melissa funciona de uma maneira muito pragmática. Ela controla-se, não ganha uma ruga. É cirúrgica.

CONTRA A VIOLÊNCIA: 'TENHO MUITO MEDO DO DESCONTROLE'


- Já brigou por amor?
Não. Nunca briguei fisicamente. Tenho muito medo do descontrole, por isso é que faço ioga, psicanálise e teatro... porque são lugares em que se tem autorização para o descontrole. A divisão entre a lucidez e a loucura é tão ténue...


PERFIL
Christiane Torloni, 52 anos, nasceu em São Paulo, Brasil, em 1957. Estreou-se cedo na representação, o que não é de estranhar sendo filha da actriz Monah Delacy e do actor Geraldo Matheus. O filho da actriz, Leonardo Carvalho, também é actor.


Teresa Oliveira


06/10/2009

Depoimento de Christiane Torloni a Ronaldo Bôscoli – Revista Manchete 1978


Essa matéria que recebemos sobre Christiane Torloni é emocionante. A Atriz abre o coração e fala sobre a infância, juventude , sua descoberta como mulher ....Imperdivel para quem quer conhecer um pouco mais sobre o passado de Christiane Torloni ...





Destaques

= = = > Primeiro namorado : "[..] Encontrei o Denis, meu primeiro Denis. Um cara bonitão, caladão , ensimesmado. Aceitei sua corte. Saímos numa noite quente, para dar uma volta no quarteirão perfumado pela dama-da-noite. Na esquina propícia, o beijo propício – e mais palavra alguma. Denis deixou-me na porta de casa e disse : ‘ Não dá’. Um namoro que durou 15 minutos ... “


= = = > Sexo : “ Só quando pisei num palco – muito recentemente – descobri que ali era o meu lugar . Uma coisa no máximo pressentida. Jamais determinada. Bem diferente do sexo. Espreitado, pesquisado e trancado até o dia em que eu tivesse certeza de que aquele era o homem com o qual o eu conjugaria o verbo fazer. fazer amor “


= = = >Dennis Carvalho : " Dennis carvalho foi meu primeiro homem. Depois meu primeiro marido. Uma espera tranquila : 20 anos. valeu."


"Meu encontro com Dennis foi curioso. Depois de uma entrevista meio ousada que dei a um jornal, recebi seu telefonema. “ Aqui é o Dennis Carvalho”, E. quando eu perguntei que Denis carvalho, ele sentiu que precisaria mudar de tática."



= = = > Infância e escola : [...]meu temperamento misturava coisas meio paradoxais . Gostava de bola de futebol e de boneca; portanto, indistintamente - batia com as duas-,era tímida , mas trazia no bojo uma liderança quase tirana. Então, nos colégios São Marcelo, Tereziano e Andrews eu era aquela que ficava entre as áreas da baderna e boa aluna. Nesta corda bamba sempre passei de ano."



= = = > Amigo / drogas /morte : “ Quando um amigo do meu irmão, filho de pais orientais foi morar em nossa companhia, porque o casal estava atravessando sérios conflitos, ele chegou e, sem nada propor, impunha ao meu inconsciente um temperamento mais – digamos - feminino. E fez nascer em mim emoções que uma criança não sabe explicar [....] Não, nós não éramos apaixonados,nem nos tocávamos, mas eu o admirava.. Ele era sem dúvida, meu pequenino e ingênuo ídolo profano...”


“ Eu tinha 13 anos , quando vi o dinheiro implodir toda uma aparentemente sólida estrutura. Um menino criador, meditativo, lido. Pegou a grana maldita, comprou algumas más companhias [...] E assim mergulhou até o mais profundo que os tóxicos podem permitir.Ele sumiu. Depois soube que estava internado. Aprisionado apenas nos meus sonhos. Eu sonhava muito com ele. Foi quando ele pintou. Mostrando no rosto, nos gestos e até na fala,o quanto fora estraçalhado. E como um sonâmbulo, partiu. Para sempre. Veio, apenas, anunciar-me sua morte.[...]"


= = = > Estados Unidos : “ Para decepção geral, voltei ao Brasil em final de 75 absolutamente igual, desmentindo a tese ‘uma viagem assim e você voltará outra’. Eu precisava fazer uma viagem dentro de mim. Portanto nem precisaria ter ido tão longe.”


= = = > Daniel Filho : “ Meu primeiro teste para televisão foi bom. Pelo menos, considerado bom pelo Daniel Filho e Moacir Deriquém, a pessoa que me emcaminhou ao set de Casarão. Continuei estudando teatro e Biologia. Passei primeiro na segunda e levei a maior bronca de Daniel Filho quando , depois de chegar atrasada duas horas – estava prestando vestibular – ouvi uma pergunta colocada em termos definitivos. Mas eu me recusei a aceitar: “ A senhora quer ser atriz ou vestibulanda?” Cá pra dentro eu disse: os dois. Apenas terei que conciliar horários. Mas a vida é feita de conciliações.Chorei, reagi entrei em cena para ser a Juliana na novela Duas Vidas.. Estreei numa barra. Daniel que me tratava com rigor paternal...


= = = > Ídolos : “ Vivi momentos de angústia porque os grandes homens- digamos , meus contemporâneos- estavam morrendo e eu deles jamais obtivera qualquer subsídio direto."


= = = > Início da carreira : “ Já quis fazer teatro e me apresentaram um texto realmente decepcionante. Desisti. Minha primeira tentativa no cinema foi tragicômica. O filme não aconteceu porque o diretor J.Marreco fugiu com a estrela Cristina Mulland. E eu que estudara com afinco meu papel para Encarnação – baseado na obra de José de Alencar -, fiquei olhando para Ontem."


= = = >Filhos : " Um filho tem que ser plantado no colo liso, sem grilos ou indagações ou labutas. Um filho, para ser bem feito – penso eu-,depois do último/primeiro suado estertor, terá de ser gerado numa calma líquida e atenta. .Que me perdoe o Denis. Ninguém importa. Exceto a mãe. Máquina”



* Matéria enviada por Adeildo,Depoimento de Christiane Torloni a Ronaldo Bôscoli, Revista Manchete , 25 de março de 1978

Christiane Torloni e outras famosas doam roupas em prol do câncer


Do dia 7 a 9 de outubro será realizado o MFB - Brechó Bazar Leilão, da ESPM Social, em prol do GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, e no dia 8 haverá um leilão de peças cedidas pelos famosos, que será apresentado pelo repórter do CQC Rafael Cortez. No leilão estará incluído um macacão da Ferrari do Felipe Massa, uma camisa do Corinthians do jogador Ronaldo, uma camisa do Romário, uma camisa do Giba da seleção de vôlei, chapéus e CDs do Daniel, canetas do Faustão, um boneco do Louro José doado pela apresentadora Ana Maria Braga, entre outros, e todos estarão autografados.

Entre as peças de roupas, Eliana doou um top da Gucci, uma blusa da Dolce & Gabbana e uma bolsa francesa da Kooaï; Luana Piovani deu uma blusa verde da Cavalera, um vestido Triton e uma blusa artesanal bordada da Casal S; Christiane Torloni, um vestido da Madame X, que usou na novela Caminho das Índias, da Globo; e mais peças de Toquinho, Washington Olivetto, Nizan Guanaes, Helio Castro Nevez, Abílio Diniz, Tom Zé, e outros.


FONTE: CARAS

05/10/2009

Christiane Torloni se emociona ao falar sobre Chico Xavier


Participar do filme Chico Xavier – baseado na biografia do médium, escrita por Marcel Souto Maior –, fez com que a atriz Christiane Torloni estudasse a doutrina espírita.

“Sou cristã, mas estudo Budismo há muito anos e, com o filme, mergulhei e aprendi um pouco sobre o espiritismo. Tenho me empenhado para saber sempre mais sobre essa doutrina. Não existe uma verdade absoluta, existem vários caminhos para se chegar ao ser maior”, declarou Christiane.

No longa dirigido por Daniel Filho, a atriz divide com Tony Ramos o drama de um casal que perde um filho e procura Chico Xavier, que psicografa uma carta pelo espírito do menino. O fato ficou conhecido nacionalmente, por ter sido levado à justiça, num julgamento realizado em Goiânia (GO).

“Chico era uma pessoa iluminada. Foi uma pessoa que fez o bem durante muitos anos, e não poderia deixar de ser homenageado no seu centenário. O cinema se inspira nos espíritos e esse é um grande filme”, comentou a atriz, emocionada, que na vida real também perdeu um filho tragicamente.

Com 102 pessoas no elenco e roteiro de Marcos Bernstein, o filme Chico Xavier tem estreia prevista para abril de 2010 e conta com outros nomes de peso. Entre eles: Giovanna Antonelli, Giulia Gam, Letícia Sabatella, Cássio Gabus Mendes, Pedro Paulo Rangel, Paulo Goulart, Giovanna Antonelli, Cássia Kiss, Ana Rosa e Luís Mello.

FONTE: OFUXICO

04/10/2009

Christiane Torloni no livro Mulheres fora de cena - 2005

CHRISTIANE TORLONI GOSTA DE ANDAR DE BICICLETA ...

Cacau Hygino e a fotógrafa Vera Donato são os autores do livro Mulheres fora de cena . A obra foi lançada em 2005 e conta com fotos de 165 famosos , revelando o que as personalidades gostam de fazer, quando não estão diante das câmeras. Essa é a parte de Christiane Torloni.