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12/11/2011

Christiane Torloni em jantar com Deepak Chopra


Depois de sua palestra para 900 pessoas, na Fliporto, o guru Deepak Chopra juntou-se à Christiane Torloni, Wolf Maya, Mônica Silveira (produtora da Fliporto), entre outros, para jantar no restaurante Bejupirá. A atriz presenteou o indiano com o livro "Do Lobo à Loba" e fez elogios ao seu trabalho. Ambos se adoraram e trocaram celulares.

Fonte: Lu Lacerda

Mais fotos de Christiane na palestra de Deepak Chopra



Fonte : Dupla Comunicação
Mais Fotos em : Flickr Dupla Comunicação


Torloni Star marca presença na noite de autógrafos de "Do Lobo à Loba"

Na segunda-feira, 7, Christiane Torloni e a curadora de artes Denise Mattar juntamente com o ator Leonardo Franco e o diretor José Possi Neto estiveram na Livraria Cultura, da Avenida Paulista, em São Paulo, para a noite de autógrafos do belo livro “Do Lobo à Loba”, idealizado por Christiane e com organização e textos de Denise.

Muitas pessoas prestigiaram o lançamento, entre elas, amigos como o ator Juca de Oliveira e o artista plástico Luiz Pizarro, ex-marido de Christiane, além de muitos fãs da atriz, incluindo diversas integrantes do Torloni Star!!

Além de estar mais uma vez com nossa Diva, cada dia desses é uma oportunidade de conhecer pessoalmente ou rever amigas de diversas partes do país!

Várias meninas chegaram cedo e deram até entrevistas sobre como é ser fã de Christiane Torloni!

Na sessão de autógrafos, Chris e os demais atenderam ao público, com simpatia e atenção, apesar do tumulto que havia pela grande quantidade de pessoas. A atriz, claro, era a que mais atraía a atenção dos presentes.


Christiane, alegre com o lançamento do livro, conversou, atendeu e tirou fotos individuais e em grupo com as Stars que lá estiveram. Para algumas, a emoção do primeiro encontro, para outras mais um momento bonito e especial ao lado da nossa estrela!

Fonte: Livraria Cultura / Juliana Farias

Confira alguns vídeos gravados por Amanda Dias:








Christiane Torloni assiste à palestra de Deepak Chopra na abertura da FliPorto

O médico e guru indiano Deepak Chopra surpreendeu ao público de 900 pessoas que esteve presente em sua palestra na abertura da FliPorto, no Sítio de Seu Reis, em Olinda. Deepak falou durante uma hora e meia (tempo bem maior que o previsto, que era de 40 minutos). Ele transmitiu ensinamentos do budismo que auxiliam no entendimento do corpo e da alma e de como isso pode interferir na sua vida, além de como enxergar os próprios problemas e os dos outros.

O ponto alto da noite foi quando o guru convidou a platéia a meditar durante 10 minutos em que todos permaneceram com os olhos fechados, imaginando os comandos dados por Chopra.
Entre as celebridades nacionais que prestigiaram o guru das estrelas de Hollywood estavam a atriz Christiane Torloni e o diretor Wolf Maya, que gravaram Fina Estampa até às 17 horas e voaram para lá e Maria Paula.
"Eu vim especialmente para vê-lo. Tive que organizar todos os horários da novela. Sou muito fã dele, das mensagens que ele passa. Tenho todos os livros, DVD's", comentou Christiane.

Mais algumas fotos:

Link

08/11/2011

'Sem fé a pessoa se torna muito só', diz Christiane Torloni



Ela contava 12 anos quando estreou na TV. Era uma princesa no Teatrinho Trol, da Tupi, em 1969. Christiane Torloni, ou La Torloni, como ficaria conhecida na década de 80 após posar duas vezes para a Playboy, teve de provar, dia após dia, ser muito mais do que um rosto (e um corpo) bonito.

E provou. São 36 anos de carreira. No vasto repertório, novelas, séries e seriados de televisão, 15 longas-metragens, outras 14 peças. E personagens memoráveis, como a Joana Pentenado de A Gata Comeu (1985) ou a Helena de Mulheres Apaixonadas (2003). 

No ano passado, estrelou a peça A Loba de Ray-Ban, versão feminina do grande sucesso de 1988, em que dividia o palco com Raul Cortez. Os 22 anos que separam as duas montagens ganharam livro especial, que Christiane lança hoje na Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

A atriz conversou, semana passada, com a coluna - diretamente do Projac, no Rio. Preparava-se para entrar em cena como a vilã Tereza Cristina, na novela Fina Estampa, outra candidata ao panteão das grandes personagens da TV.

A seguir, os melhores  momentos da entrevista.

A Tereza Cristina não é só uma perua má?
Tenho a sensação de que o Aguinaldo Silva está fazendo um pot-pourri de alguns personagens dele neste trabalho. A Tereza Cristina não é totalmente má, feia ou bruxa. Ela tem humor, a dupla com o Crodoaldo dá esse tempero para ela.

Há quem diga que esses personagens são muito maniqueístas e caricatos.A realidade é muito mais caricata e forte do que a ficção. Tentamos chegar perto da realidade. Quando se lê um jornal, por exemplo, dá pra ver que nossos personagens são até ingênuos perto daquilo que acontece por aí...

O personagem foi desenhado assim ou você agregou esses elementos?
Eu não tenho autonomia. O autor sabe o que quer, a alma do personagem está no coração dele. Quem comanda é a alma dele, não a sua. A gente descansa da nossa alma quando está em cena. 

O que é necessário para vencer como ator?
Talento, vocação, disciplina e educação. Decora-se um livro por semana. Quando você dá um papel de peso para um ator, tem de ter certeza de que ele vai do começo ao fim com a mesma garra, como se fosse a decisão da Copa. Novela é isso. Você precisa ganhar todos os dias. Chama-se audiência. Não adianta ser só romântico. É preciso ser romântico e também um atleta da emoção.

Você gosta de se ver na TV?
No começo da carreira, tinha muito problema de me ver na TV. Durante muitos anos a autocrítica me impedia de ter prazer em me ver. Hoje consigo ter um distanciamento.

Existe limite para as intervenções estéticas? Diretores reclamam que muitas atrizes estão sem expressão.
Há limite pra tudo, pra qualquer tipo de intervenção, até intelectual. Acho que as pessoas precisam fazer o que sentem ser necessário, mas priorizando a própria saúde.

Você é uma mulher muito bonita. Quando está fazendo novela surgem mais partidos?
Pelo contrário, acho que surgem menos. Saio pouco quando estou em novela. Chega o fim de semana é uma decoreba sem fim. É como se você estivesse se preparando para o vestibular, com provas todas as segundas-feiras. Como estou fazendo televisão direto há três anos, vamos ver como vai ficar pro ano que vem.

Você tem uma grande capacidade de lidar com sucesso, tristeza, frustração...
A vida é como uma gincana, como uma novela. É dia após dia. Nesse sentido, os budistas têm um termo que eu acho muito bom: rigor de continuidade. Em bom português, significa “não desista”. E o humor pode ser um antídoto maravilhoso. O Dalai Lama também fala isso.

Segue alguma crença? O que é Deus para você?
Sigo os preceitos do budismo, sou católica por formação, gosto de ir à missa e comungar. Também leio a palavra de Cristo e acredito que ele e Buda são duas manifestações de muita luz para o ser humano. Sem fé a pessoa se torna muito só.

Você fica horas fechada em estúdio, gravando novela. Como faz para manter o equilíbrio mental e físico?

Pratico ioga há muito tempo e costumo fazer exercícios lúdicos, como andar de bicicleta. As práticas budistas também me ajudam bastante.

Envelhecer é um problema?

Acho que não. Envelhecer traz benefícios incríveis para a alma e para a sabedoria.

Fernanda Montenegro é um exemplo para todos. Você pretende continuar trabalhando até quando?
Enquanto tiver saúde. O Sergio Britto e a Bibi Ferreira, que beiram os 90 anos, provam que o tempo só aprimorou o talento deles. São pessoas que tocam a alma humana. Com o passar do tempo a alma fica brilhante e você conquista um público que vai te seguindo. Eu já sou seguida por filhos de fãs meus. Quantas pessoas no mundo podem viver isso? A carreira de ator é muito generosa nesse sentido.

Por que quis fazer o livro Do Lobo à Loba?
Ele ia ser um capítulo específico da minha biografia, que está sendo produzida pela Denise Mattar. Quando chegamos nessa parte, da peça O Lobo de Ray-Ban até A Loba de Ray-Ban, percebemos que tínhamos um material muito rico. Resolvemos, então, adiar a minha biografia e transformar esse capítulo em um livro em si. Do Lobo à Loba conta o encontro de 25 anos com meu querido José Possi Neto, que dirigiu também a primeira versão da peça, com o Raul Cortez. Conta a história de 25 anos do teatro brasileiro. É um livro de memórias do teatro.

Quais seus próximos projetos?
Talvez volte com a peça A Loba de Ray-Ban em 2013. Tenho também um projeto ligado à dança que pode entrar em andamento depois da novela. Mas, se Deus quiser, tirarei um ano sabático da televisão após um personagem maravilhoso como a Tereza Cristina. Ela não pode ser substituída imediatamente. Quero preservá-la como merece! Há até a possibilidade de A Loba de Ray-Ban virar filme... O que sei é que, assim que lançar o livro, retomo a biografia. 

Dá para o teatro sobreviver sem subsídios?
É complicado viver sem subsídios. Outros setores empresariais não sobreviveriam. A política da meia-entrada é importante para a formação de plateia e para oferecer cultura a quem realmente não pode pagar por ela. Mas está incompleta, porque não apoia o outro lado. Como que um produtor tem uma ideia, monta um espetáculo, se no final, tem que vender seu produto pela metade do preço e cobrir com isso o custo de produção? Temos de reavaliar também a carteira de estudante.Qual o critério para obtê-la? 

Qual é a sua opinião sobre a Lei Rouanet?
A proposta de mudança da lei não faz sentido, é melhor conservá-la como está. E discutir de forma mais profunda a Lei do Teatro. Sou contra o Fundo de Cultura. Como é que empresas vão colocar em um fundo recursos de campanhas de marketing para que o governo administre? Em um país como o Brasil, com histórico forte de corrupção, fica complicado. O que deveria existir é um projeto sólido de circulação e fomentação de cultura. Em vez de fechar caminhos, temos de abri-los. Eu sou uma batalhadora, que coloco a pasta embaixo do braço e vou à luta para montar meus espetáculos. Já escutei vários “nãos”, mas não desisti por causa deles.

Na sua opinião, a Ancine ajuda ou atrapalha?
A Lei do Audiovisual veio se sofisticando. Prova disso são as excelente e numerosas obras cinematográficas do país que fazem sucesso mundo afora. Mas isso porque finalmente enxergaram o cinema como indústria. O teatro nunca deixará de ser artesanal, mas precisa de subsídios governamentais como o cinema.

Você é uma mulher pró-verde, lutou na campanha Diretas Já. Há alguma outra bandeira que pretende levantar?
São causas que me tocam. As duas têm a ver com minha missão geracional, tanto as Diretas Já como a causa ecológica. O código florestal, se for aprovado da maneira como está agora, vai gerar prejuízos que castigarão o planeta inteiro. Belo Monte, por exemplo. A essa altura, sabemos o que significa a construção dessa hidrelétrica e o custo ambiental dessa obra, como ainda pensamos que pode ser algo benéfico? Por que o Brasil não foi convocado para votar sobre isso, para decidir se realmente quer e pode arcar com uma hidrelétrica como Belo Monte? Infelizmente, nossa democracia é muito frágil, nesse sentido. 

A faxina do governo Dilma merece aplausos?
A cruzada contra a corrupção merece aplausos.

Você acredita em complô internacional para se apropriar da Amazônia?
Não. O que existe é uma ignorância nacional em relação a isso. E um olhar internacional sobre aquilo que estamos fazendo com o nosso meio ambiente. Essa questão atinge nossa soberania. Não é porque a Amazônia está aqui que temos o direito de fazer tudo o que quisermos com ela. A Amazônia interfere no planeta. Temos incríveis meio ambientalistas que estão no governo. A Marina Silva fez um excelente trabalho dentro do Ministério. Ela mesmo disse: “Nós podemos ser o celeiro do mundo sem derrubar uma árvore”. Está cientificamente provado que podemos. Precisamos transformar essa mentalidade antiga que ainda temos. Parques eólicos demonstram a possibilidade de gerarmos energia limpa. Podemos abrigar uma Copa Verde. Olhem só a oportunidade histórica que o Brasil está tendo e que nenhum outro país teve!

Fonte : Estadão

Sem moleza, Christiane Torloni dispensa ajuda e faz a própria maquiagem

A atriz elege a água como melhor amiga e diz que decora os textos na esteira

 

Adepta da água como fonte de saúde e hidratação, Christiane Torloni é exemplo de uma mulher que se ama e se cuida. Em harmonia dos pés à cabeça, a atriz, que dá vida à Tereza Cristina de Fina Estampa, mostra o porquê de estar tão bem e dá dicas de cuidados com os cabelos, corpo, alimentação e até maquiagem.

 

A hidratação é o melhor caminho
Para Christiane, a palavra de ordem é hidratação. Sem água, não dá para manter nenhuma parte do corpo saudável: "Os cabelos, a pele e o corpo precisam de bastante hidratação. Eu bebo, pelo menos, 1,5 litro de água por dia. As pessoas gastam tanto com potinhos e não valorizam a importância da água".


Quando a atriz se refere à água, não é só a que bebemos, mas também a que sai da torneira. "Há alguns anos eu coloquei na minha casa um filtro para equilibrar o cloro da água porque ele acaba com a pele, com o cabelo, tudo", diz.

Adepta da ioga há cinco anos, Christiane indica a prática para o equilíbrio do trio corpo, mente e espírito, além da consciência da respiração: "Ao longo dos anos isso faz um efeito muito bom".

Mas se você pensa que a atriz para por aí no quesito exercícios está muito enganado! Ela não dispensa uma caminhada na esteira e nem o spinning.

"Eu decoro os textos da novela na esteira. Procuro andar pelo menos três vezes por semana, por uma hora. Também tenho uma bicicleta de spinning em casa. Mas quando o dia está bonito, prefiro sair para pedalar nas ruas, perto da natureza", conta.

Com o dia a dia corrido por conta das gravações, Christiane dá preferência a uma alimentação mais leve durante o dia e, à noite, dá uma liberada na comida: "Nos dias de gravação eu tenho uma alimentação leve, mas que me dê força. Preciso representar a Tereza Cristina e é muita emoção. Por isso levo sopa de casa. Existe uma série de sopas gostosas que não são de dieta e têm calorias. Também procuro comer sanduíches para não comer porcarias. À noite, eu janto. Faço tudo ao contrário do que dizem que tem de ser". E não é que fuciona!

'Maquiadora' há 36 anos

A atriz também é muito cuidadosa com a maquiagem. É ela quem faz seu próprio make up, não só no dia a dia, mas também para a novela: "Eu faço minha própria maquiagem há 36 anos. Só não faço para fotografia ou cinema. Eu tive excelentes professores, eles faziam e eu fui pegando. Nas novelas, é o maquiador quem faz na primeira vez. Depois, ele me ensina e durante toda a novela sou eu quem faço".

Para ela, maquiagem não é só vaidade, não. "É estar em contato com o corpo, o rosto. É importante você se conhecer, ir se acostumando com as mudanças", explica.

Mas se são os cabelos da atriz que mais te fazem querer ter um igual, calma! Ela dá dicas para ficar com o cabelo lindo: "O ideal é descobrir quais são os tipos de produtos para o seu cabelo. Para quem pinta, é fundamental hidratar, já que a tinta agride muito os cabelos". Agora, mãos na massa e hidratação nos cabelos! Só não esqueça da primeira dica: água, muita água!

07/11/2011

Christiane Torloni autografa o livro 'Do Lobo à Loba', em São Paulo

 

 

Christiane Torloni lançou o livro Do Lobo à Loba, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, na noite desta segunda-feira (7).



Ao lado de Denise Mattar, Leonardo Franco e José Possi Neto, a atriz, que vive a perua Tereza Cristina em Fina Estampa, da Globo, autografou exemplares da publicação. A obra conta a história dos espetáculos Lobo de Ray-ban e Loba de Ray-ban, vividos, respectivamente, por Raul Cortez em 1988, e Christiane Torloni em 2010.
 
  

Fonte :  FuxicoEGO




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Christiane Torloni: "Você pode ficar velha depois dos 50, e eu fiquei loba"

A atriz falou como lida com a idade, durante lançamento de livro em São Paulo 




Christiane Torloni gerou tumulto e empurra-empurra entre repórteres e fotógrafos ao chegar para o lançamento do livro "Do Lobo à Loba" na Livraria Cultura da Av. Paulista, em São Paulo. A obra conta a história dos espetáculos "Lobo de Ray-ban" e "Loba de Ray-ban", vividos, respectivamente, por Raul Cortez em 1988, e pela atriz, no ano passado.

Ela justificou os 40 minutos de atraso. "Começo pedindo desculpas, é o departamento de ponte aérea", disse. Ao lado de José Possi Neto, que dirigiu as duas versões da peça, e Denise Mattar, curadora do livro, Christiane contou que não faria o espetáculo há 23 anos, quando Raul Cortez protagonizou. "Você tem que ser loba e ainda não sabia se ia ser loba, naquela época a gente não sabe. Você pode ficar velha depois dos 50, e eu fique loba. E isso, é um aprendizado, não é assim não (risos). 



Ela diz que o segredo da beleza "é principalmente não brigar com o tempo. Aliás, é bom que ele passe, porque quando ele passa também passam outras coisas. Se não passasse, seria terrível, já pensou, ser criança a vida inteira e não poder jogar os jogos que os adultos podem jogar? É muito melhor manter a criança viva dentro da gente e jogar os jogos dos adultos, que são incríveis. Eu tenho uma criança em mim, que é sapeca, mas desde criança eu quis ser adulta". Veja o que a atriz falou sobre os seguntes assuntos:
 Fina Estampa
"A gente se diverte muito em cena. Só podia ser um bofe como o Marcelo Serrado para fazer o Crô. Um levanta e outro corta, isso é fruto do trabalho que foi feito de leitura de mesa, e como tinha frente de capítulos, a gente pode estudar. O Marcelo se desapega dele, né. Então, só um bofe para fazer um gay daquele".



Livro

"Na verdade, a idéia do livro surge como capítulo da minha biografia. Quando nós chegamos no 'Lobo de Ray Ban', nós já estavamos fazendo a peça, e no que se começou a organizar o material, percebeu-se que era um livro. E aí, a Denise, como vocês podem perceber, ela é muito sedutora, ela me seduziu de uma maneira que eu adiei a biografia para o ano que vem e vamos fazer o livro. Fomos juntando fotografias deslumbrantes, ficamos parafusando, e decidimos fazê-lo.

Boa forma

"Cuido do corpo, mas não sou obcecada. O teatro cuida bem do meu corpo, do meu espírito e da minha mente. O teatro alinha a gente. É muito bom ser atriz. O teatro descansa você, e temos oportunidade de esquecer da gente mesmo. Descansa, a mágoa, a saudade, a ira. O lugar onde mais descanso de mim é quando estou em cena".


Bordão "Hoje é dia de rock, bebê!

"Isso é maravilhoso. Sou uma pessoa que vi o 'Hoje é Dia de Rock' 17 vezes, era da minha época, eu vi esse espetáculo. Às vezes tem frases que radiografam tão bem a alma de um momento. Não é mérito meu, é só ter vivido o suficiente para estar no lugar certo, na hora certa, com o estado de espírito certo. Adoro show de rock. Viajo para o exterior assistir, faz parte do meu DNA". 

Fonte : Quem e Ig

Christiane Torloni fala sobre Tereza Cristina no Domingão do Fasutão


ATRIZ FAZ DECLARAÇÃO SOBRE O CÓDIGO FLORESTAL E PEDE AO PÚBLICO QUE FAÇA PRESSÃO PARA QUE NÃO SEJA MODIFICADO PONTOS IMPORTANTES DA LEI


Arrogante, preconceituosa, histérica... São vários os adjetivos que podem descrever a personagem Tereza Cristina, vivida por Christiane Torloni em Fina Estampa. Porém, não existe ninguém melhor para avaliá-la do que a própria atriz. Por isso, ontem, o Domingão do Faustão recebeu Torloni, que destacou as principais características da personagem.

"A repercussão na rua é muito forte. Ela é de uma humanidade que as pessoas ficam curiosas", definiu Christiane. Ao ser questionada se existem pessoas como Tereza Cristina na vida real, a atriz foi enfática: "Sempre é mais surpreendente que a ficção. É só ver a primeira página dos jornais".


Sobre a relação da personagem com Crô, interpretado por Marcelo Serrado, Christiane acha que a forma como ela o trata representa amor. "É o jeito de amar, pessoas que amam de uma maneira atabalhoada", disse a atriz, entoando o sucesso de Zezé Di Camargo e Luciano, 'É o amor'.

Christiane garantiu que não sabe muito do destino de sua personagem. “Tudo o que eu sei vocês sabem, por isso que tem esse frescor. Essa personagem, a gente está descobrindo juntos".


Sobre a carga emocional exigida para interpretar Tereza Cristina, ela comenta que sempre precisa relaxar após um dia de trabalho. "Eu tenho que chegar em casa, tomar uma taça de vinho, relaxar. Ela tem uma alta freqüência. Para quem achava que Tereza Cristina já havia chegado ao seu limite, Christiane avisa: "vai esquentar".

A atriz diz que não tem nada parecido com a personagem. "Eu sou tão light. Uma personagem dessa em casa ia ser difícil".

Christiane comenta que o público chega a apoiar as vilanias de Tereza Cristina. "Esse é o grande barato de fazer a vilã. As pessoas vão se identificando porque  aguentam tanta coisa ao longo do dia, que elas pedem 'mata um pouquinho por mim'", comentou a atriz.

Ao final do programa , a atriz comentou sobre o livro  " Do Lobo à Loba", que estará sendo lançado hoje, na livraria Cultura . O livro foi organizado por Denise Mattar e conta a história dos personagens de Christiane Torloni , Raul Cortez e Leonardo Franco .

Christiane também fez um apelo ao público que assinou o manifesto Amazônia Para Sempre, pedindo que todos fiquem de olho na votação do  Código Florestal, para que pontos importantes da lei não sejam modificados, pois algumas questões não podem ser negociadas como as APPS - aréas de proteção permanente e a anistia a desmatadores (quem desmatou tem que pagar pelo crime). A atriz terminou dizendo que podemos fazer a diferença; a Amazônia é a última  floresta tropical do planeta e somos o único país que temos como nome , uma árvore : Brasil!

Assista ao vídeo com a participação da atriz no programa do Faustão 

06/11/2011

Christiane Torloni nos bastidores do Domingão do Faustão

Christiane Torloni: 'Tive muita sorte'

Atriz acredita ter sido presenteada com ótimos papéis

 

Para Christiane Torloni não tem essa de melhor papel da carreira. A atriz diz que tem muito carinho por todos os seus personagens: "Eu tive muita sorte desde o início da carreira. Meu primeiro personagem, a Juliana de Duas Vidas era incrível!".

Ela também relembrou seus personagens em A Gata Comeu e A Viagem e revelou que poucas atrizes tiveram tanta sorte. "Conheço poucos que tenham tido tanta sorte. Talvez a única seja a Eva Vilma", afirma. E sobre as crueldades da vilã Tereza Cristina, a atriz releva: "As pessoas dizem que ela é terrível, mas a Fernanda, de Selva de Pedra, é a mãe de todas as vilãs. Vai ver o que ela fazia!".


E algum personagem que ela gostaria de ter feito, mas foi de outra pessoa? Isso não existe para Christiane: "Tem muita magia nisso. Quando você não faz é porque não era para fazer".



 

 Fonte : Domingão do Faustão/TV Globo

Christiane Torloni não conhece o segredo de Tereza Cristina: 'O Wolf sabe e me tortura'

Tereza Cristina é rica e bem-nascida, e mesmo assim, vive fazendo escândalos. Adora cuidar da vida dos outros, mas tem um segredo que a faz cometer loucuras. Apesar de tantas contradições, para Christiane Torloni, a vilã de Fina Estampa é transparente: “Ela se expõe de uma maneira cristalina. Ela não tem papas na língua. O que ela está pensando? Ela diz. Do que ela vai xingar o outro? Ela fala”.


“Tenho muito cuidado para nunca fazer julgamento de personagem porque eu acho que isso atrapalha muito. Você tem que ir na verdade dele e pronto”, conta a atriz, que ignora os defeitos da socialite para poder interpretá-la. “A Tereza Cristina tem uma afetação que faz parte da personalidade dela, mas também tem um pé na humanidade”, acredita.


Apesar da transparência, a perua guarda um segredo que a levou à condição de assassina. “Essa mulher tem um trauma que a gente não sabe qual é e eu tenho que convencer todo mundo que, por causa disso, ela faz as loucuras que faz”, conta a atriz, que também desconhece o mistério da personagem. “O Aguinaldo [Silva, autor da novela] não contou para mim. O Wolf [Maya, diretor de núcleo] sabe e me tortura”, revela.


Christiane não tem palpites sobre o mistério que a personagem esconde. “O autor não deu nenhuma dica em texto ou rubrica em que eu pudesse me apoiar”, justifica.


Enquanto o segredo não é revelado, Tereza Cristina vai tentando calar os que ficam sabendo de seu passado. Assim foi com o mafioso, empurrado escada abaixo por ela. A cena acabou com uma referência a outra vilã de Aguinaldo Silva: Nazaré Tedesco, personagem de Renata Sorrah em Senhora do Destino. “Achei um golpe de mestre. Quando eu vi o texto, eu gritei: gênio, gênio!”, revela a atriz.


O humor da personagem se encaixa com as tiradas e os apelidos dados a ela pelo mordomo Crô (Marcelo Serrado), casal que Christiane chama de dupla sertaneja. “Adoro os apelidos. Outro golpe de mestre. O Marcelo está fazendo muito bem. Falar aquilo com naturalidade, como se tivesse dizendo ‘meu docinho de coco’, é tão difícil. Ele conseguiu uma naturalidade com aquilo que é maravilhoso!”, elogia.


Se Crô a diverte, os filhos de Tereza Cristina são sua maior preocupação. “Ela é uma águia, não abandona a cria”, acredita a atriz, que defende as atitudes da madame em relação a Patrícia (Adriana Birolli) e Antenor (Caio Castro). “Com alguém que faz aquilo que o Antenor fez, de mentir daquele jeito, eu protegeria meu filho também. Se ele estivesse ligado com uma pessoa dessas, eu faria a mesma coisa”, assume.


Diante da informação de que Tereza Cristina cometerá um segundo assassinato, Christiane acha melhor ter cautela. “A gente não sabe se foi o primeiro”, questiona. “Tem muita gente que ela tem vontade de matar, mas a sensação que eu tenho é que não vai ser nenhuma dessas pessoas que a gente imagina”, opina.


Loucuras, assassinatos, escândalos. De Tereza Cristina, pode-se esperar tudo. Mesmo assim, a atriz ameniza as atitudes da personagem da ficção ao compará-la à realidade: “Você abre o jornal e diz: Ah, que mulher light que ela é".



Christiane Torloni pedala pela orla da Barra da Tijuca


Christiane Torloni, a megera Tereza Cristina, de Fina Estampa, aproveitou um raro momento de folga na sexta-feira, 4, e exercitou-se com sua bicicleta ao redor da praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Christiane aproveitou a luz do sol que já se punha.


Estilosa, ela usava um lenço para prender o cabelo e um chapéu para se proteger dos raios do sol, além dos óculos escuros.


Fonte: O Fuxico