Christiane Torloni é a melhor atriz na votação dos Melhores do Ano/PopTevê - UOL
Boa Forma dezembro 22, 2011
Na escolha dos Melhores do Ano do PopTevê, os leitores do UOL deram os títulos de melhor atriz e melhor ator a Christiane Torloni e Marcelo Serrado, Tereza Cristina e Crô, de Fina Estampa.
Christiane recebeu 33,70% dos votos na categoria melhor atriz. Para ela, esse feedback do público tem um importante significado em relação ao seu trabalho. "Um prêmio de jurí popular tem um valor muito grande porque é aí que você realmente percebe que está chegando ao coração das pessoas", comemora.
"Uma coisa é ser julgada por um corpo de jurados que avalia um critério específico. Outra coisa é essa mobilização do público em votar em determinado ator ou atriz porque o trabalho dele foi bem feito e atingiu, de alguma maneira, aquelas pessoas", completa ela.

Provando que nunca é tarde para fazer musculação, ela mostra a sequência que deixou seu corpo mais bonito,enxuto e definido.

A Chris começou uma série básica enfocando menor força(menos peso) ,e mais repetições


MATÉRIA ENVIADA POR = ALINNE PAGLIARINNI

Nossa Diva Christiane Torloni exibe suas belas curvas e perfeita forma física ,aos 51 anos ,em revista. Ela está de maiô na capa da próxima edição da ‘Boa Forma’, que sai esta semana . A produção do ensaio tem make de Kaká Moraes e cabelos by Marco Antonio di Biaggi.
A revista apresentará uma matéria sobre os segredos de dieta e exercícios da atriz Christiane Torloni e dicas para perder dois quilos por semana.

Fonte : Site Contigo !
Sobre o futuro profissional a atriz conta que em junho voltará aos palcos com o espetáculo “Loba de Ray-Ban” de Renato Borghi, encenado por ela nos anos 80. Outro projeto é o lançamento de sua biografia escrita pela curadora de arte Denise Mattar. “Será editada pela Coleção Aplauso. Tem um dos capítulos que vai ser sobre algumas viagens que eu fiz”, adianta Christiane.

Entrevista concedida por Christiane Torloni ao site Terra , dia 17 fevereito. Foi publicada um dia antes do seu aniversário . Vale a pena conferir !!
Em uma participação na trama das sete da Globo, Sônia é uma mulher contemporânea e muito sexy, cobiçada por seu vizinho Guilherme, um engenheiro vivido por Edson Celulari.
Sônia concilia a criação dos filhos com a construção de uma clínica de estética batizada com o mesmo nome do folhetim de Andrea Maltarolli. Mas um acidente com o helicóptero em que viaja faz com que a personagem seja dada como morta. Isso acontece justamente no dia em que sua filha Joana, de Regiane Alves, que foi criada num orfanato, tenta reencontrar a mãe.
"O helicóptero cai, os personagens são dados como mortos, mas tudo pode ser uma grande armação. Antes do desaparecimento, porém, a Sônia mostra que é alegre, despojada e bem contemporânea", detalha a paulistana.
A composição da Sônia partiu da abordagem estética da trama?
Totalmente. Tive de dar imediatamente essa informação estética dela, mas com o cuidado de não cair na caricatura. Isso foi uma preocupação desde o primeiro momento.
Os autores e a direção queriam desenhar uma personagem que fosse crível. Ela não tem nenhuma cor carregada. Não lembra aquelas mulheres que têm clínica de estética e parecem que usam todos os produtos ao mesmo tempo, como uma vitrine. Ela não tem essa cara. Tem um aspecto contemporâneo, limpo.
Que pesquisas você fez sobre tratamentos estéticos e novidades no setor para a Sônia?
Por ser mulher e já ter grande bagagem de vida, já tinha informações para a personagem. Faço o que toda mulher faz, como pé, mão, cabelo, cuido da pele. Não fico cutucando, procurando tratamentos como uma abelha enlouquecida atrás de novidades.
Minha rotina normal bastava para esse trabalho. Sou uma pessoa que evita fazer maluquices, como exagerar em atividades físicas, ter alterações de peso ou carregar 100 kg na musculação. Tudo que é exagerado ferra o corpo, a pele.
A mulher tem 80 mudanças hormonais por dia, ela é muito vítima dela mesma. Uma hora quer ser loura, na outra morena, ruiva. Esse mercado ganha muita grana com as mulheres. Beleza é equilíbrio.
De que forma você chegou a esse equilíbrio aos 51 anos?
O Ivo Pitanguy sempre disse que a mulher não deve se olhar no espelho várias vezes ao dia. Tentamos corrigir nossas imperfeições e nos ferramos inteiras. A gente precisa começar a gostar da harmonia que existe nas nossas imperfeições, senão você fica uma coisa padronizada, sem lógica, sem personalidade.
Essa noção só o tempo trás. Tento me cultivar em vez de querer ser outra pessoa. Correr atrás do padrão de beleza é comprar ticket para ficar louca. As mulheres não sabem que ficam mais interessantes com o passar do tempo. Elas vão desabrochando...
Em Amazônia - De Galvez a Chico Mendes, você interpretou a Maria Alonso, uma mulher densa, dramática. Antes disso, fez a problemática Haydée, em América. Sentia falta da leveza de uma trama das sete?
As coisas vem para mim sem precisar pedir. Me divirto fazendo comédia e papéis mais leves porque a própria televisão parece que me pede para mudar. Mas sempre embarco nos trabalhos de uma forma leve e alegre.
Agora, meu encontro está marcado com a Sônia. Trato as personagens de outra forma. É como se eu dissesse: "Quem é essa nova amante que chegou, chamada Sônia? Como ela é?". Me divirto mesmo.
Seu marido, Ignácio Coqueiro, fechou contrato recentemente como diretor da Record. Você chegou a ser assediada pela emissora?
Sou a favor da biodiversidade. Tem lugar para todos. Ele teve uma boa oportunidade e eu tenho um ótimo contrato com a Globo e trabalhos bem interessantes.
Agora mesmo, vou brincar de A Gata e o Rato com o Celulari. Ele vai ser meio "juquinha", a menina dos olhos dele ri muito nesse papel. Eu vou ser a gostosa que ele cobiça. É bem divertido, bem diferente do casal Haydée e Glauco que vivemos em América.



