Chegaram os filhos de Christiane Torloni e Dênnis Carvalho. Felicidade em dobro - 1979
anos 70 maio 20, 2012
Christiane Torloni vivia uma sogra dos infernos em "Fina Estampa", mas na vida real a história é bem diferente. A atriz prestigiou a nora, Keruse Bongiolo, em sua estreia no teatro a peça "Rebeldes- Sobre a raiva" nesta sexta-feira, 13, no Rio.
"Hoje eu vim prestigiar a Keruse, que é noiva do Léo, que não está na peça mas está supernervoso. Aliás, veio o clã todo", disse ela antes de entrar no teatro. Dennis Carvalho, pai de Leonardo e a mãe de Christiane, Monah Delacy, também estiveram presentes.
Com o fim da novela, ela já tem novos trabalhos encaminhados, mas faz mistério sobre o destino das férias: "Estou de férias e devo viajar, mas o local é segredo. Em julho, volto para apresentar um espetáculo de dança em São Paulo".
Alinne Moraes chegou atrasada e não parou para falar com a imprensa. Ainda passaram pela estreia, Bárbara Borges, Maitê Proença e Juliana Alves.




Dênis Carvalho e Christiane Torloni são os novos adeptos ( no meio artístico, evidentemente!) da igreja messiânica. O empurrãozinho providencial foi dado por Marcelo Picchi, ainda na época de Sem Lenço, Sem Documento
Fonte : Revista Amiga nº 412 : Denis e Christiane unidos na igreja. 5 de Abril de 1978
Dica: * Para ler a matéria , arraste as imagens, colocando-as acima da barra de endereço.
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Tudo começou em uma noite no Teatro Carlos Gomes. O relacionamento entre Christiane Torloni e Denis Carvalho estreitou-se neste espetáculo que a classe artística prestou à memoria de Paulo Pontes.
Fonte : Amiga nº 392 . Denis e Christiane - Um casal feliz que pensa no filho . 23 de novembro de 1977
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Dennis Carvalho e Christiane Torloni garantiram a badalação dos artistas - 1978
Aniversário de Christiane Torloni fevereiro 13, 2011A ALEGRIA MOSTROU QUE A FESTA VALEU POR DUAS
É sempre lucrativo matar dois coelhos com uma cajadada, Dennis Carvalho sabe disso e, aproveitando o aniversário de Christiane Torloni ( sábado, dia 18) , inaugurou também o apartamento em que o casal mora há apenas 20 dias ...
Fonte : Amiga n° 407 . Dennis e Cristiane garantiram a badalação dos artistas. 3 de março de 1978
* enviado por Adeildo
Romântica nº 271 . A Maior alegria de Denis : Christiane Torloni vai ter Gêmeos. 2ª quinzena- Abril - 1979
*Matéria enviada por Adeildo
De uns tempos para cá, Dennis Carvalho e Christiane Torloni são presenças constantes na noite carioca, sempre juntos em atitudes amorosas. Eles dizem que tudo não passa de amizade . Será ?
Revista Ilusão nº 261 . Dennis e Christiane : Amor ou Amizade ? - 14 de março de 1977
Enviado por Adeildo
Hoje é aniversário do ator Leonardo Carvalho , filho de Christiane Torloni e de Dennis Carvalho. Ele nasceu em 1979 e completa , hoje, 31 anos. Ele é casado com a atriz Keruse Bongiolo.
Formou-se em teatro pela Casa de Artes Laranjeiras, no Rio, mas engana-se quem acha que Leonardo sempre quis ser ator .Quando se formou no ensino médio, ele tinha apenas uma certeza. A única profissão que não desejava seguir era a de ator. Filho e neto de atores, ele cresceu nos bastidores de televisão e nas coxias de teatros e desde cedo conviveu com a instabilidade comum à carreira e com o ônus causado pela fama. “Eu me assustava quando minha mãe parava num sinal e as pessoas batiam no vidro do carro”, disse o ator em uma entrevista para ISTO É. Chegou a cursar jornalismo, mas após seis períodos percebeu que aquele não era o seu caminho. Depois de alguma resistência, rendeu-se aos conselhos da mãe e assistiu a algumas aulas de um curso de teatro. A experiência foi suficiente para despertar em Leonardo a vontade de ser ator.
Leonardo começou seu trabalho na TV fazendo participação na minissérie global Um só coração. Ficou conhecido ao interpretar o Gatto , de ''Senhora do destino', e o Edmilson , de Belíssima. Em 2006 , Leonardo estrelou a peça Cova Rasa e foi dirigido na novela Paixões Proibidas, pelo padrasto Ignácio Coqueiro,na Band.
Em 2008 interpretou o Alfredão , da novela Três Irmãs, onde teve a oportunidade de trabalhar a primeira vez ao lado do pai .
Recentemente, interpretou o Dorival da minissérie 'Dalva e Herivelto, uma canção de amor'- um personagem fictício, terceiro marido de Dalva de Oliveira.
Leonardo tem feito excelentes papéis e, cada vez mais, vem se destacando em seu trabalho como ator. Seu talento é inegável e temos certeza que ainda tem muita coisa boa por vir em sua trajetória artística.
Leonardo Carvalho e o pai,Dennis Carvalho.
Formou-se em teatro pela Casa de Artes Laranjeiras, no Rio, mas engana-se quem acha que Leonardo sempre quis ser ator .Quando se formou no ensino médio, ele tinha apenas uma certeza. A única profissão que não desejava seguir era a de ator. Filho e neto de atores, ele cresceu nos bastidores de televisão e nas coxias de teatros e desde cedo conviveu com a instabilidade comum à carreira e com o ônus causado pela fama. “Eu me assustava quando minha mãe parava num sinal e as pessoas batiam no vidro do carro”, disse o ator em uma entrevista para ISTO É. Chegou a cursar jornalismo, mas após seis períodos percebeu que aquele não era o seu caminho. Depois de alguma resistência, rendeu-se aos conselhos da mãe e assistiu a algumas aulas de um curso de teatro. A experiência foi suficiente para despertar em Leonardo a vontade de ser ator.
Leonardo começou seu trabalho na TV fazendo participação na minissérie global Um só coração. Ficou conhecido ao interpretar o Gatto , de ''Senhora do destino', e o Edmilson , de Belíssima. Em 2006 , Leonardo estrelou a peça Cova Rasa e foi dirigido na novela Paixões Proibidas, pelo padrasto Ignácio Coqueiro,na Band.Em 2008 interpretou o Alfredão , da novela Três Irmãs, onde teve a oportunidade de trabalhar a primeira vez ao lado do pai .
Recentemente, interpretou o Dorival da minissérie 'Dalva e Herivelto, uma canção de amor'- um personagem fictício, terceiro marido de Dalva de Oliveira.
Leonardo passou por momentos dificéis em sua vida, como a perda de seu irmão gêmeo Guilherme, porém, segundo ator, os laços com o teatro marcaram a grande virada em sua vida. Foi com a arte que ele superou a morte do irmão e hoje, sempre antes de entrar em cena o ator pensa em Guilherme. “Me sinto mais protegido, parece que ele está comigo”.
Leonardo tem feito excelentes papéis e, cada vez mais, vem se destacando em seu trabalho como ator. Seu talento é inegável e temos certeza que ainda tem muita coisa boa por vir em sua trajetória artística.
Desejamos ao Leonardo tudo de MELHOR neste dia, muito amor , muita felicidade e muita LUZ!
Sucesso sempre ao nosso querido Léo ! Parabéns !!!
Vamos Lembrar algumas entrevistas e trabalhos do ator!
Leonardo Carvalho e a mãe ,Christiane Torloni.
As artes de carnaval ...
Sucesso sempre ao nosso querido Léo ! Parabéns !!!
Vamos Lembrar algumas entrevistas e trabalhos do ator!
Leonardo Carvalho e a mãe ,Christiane Torloni.
As artes de carnaval ...
Leonardo Carvalho e o pai,Dennis Carvalho.
Cena de Leonardo - Senhora do Destino
Cena de Leonardo - Dalva e Herivelto
Leonardo Carvalho interpretou Dorival na minissérie Dalva e Herivelto - Uma Canção de amor . Dorival é um personagem fictício, terceiro marido de Dalva de Oliveira. Se conhecem em uma boate, ele é bem mais novo do que ela.
Capítulo 4 - 07/01 -Quinta feira
Capítulo 5 [último]- 08/01 -Sexta-feira
Parte 1
Parte 2
Dennis Carvalho: “A perda de um filho é a pior coisa que pode existir”
Dennis Carvalho janeiro 05, 2010Para Dennis Carvalho, 63 anos, nenhum assunto parece ser proibido. Em entrevista a QUEM, o diretor de Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor, nova minissérie da Globo, protagonizada por Adriana Esteves e Fábio Assunção, falou abertamente sobre alguns momentos difíceis de sua vida, como o período em que consumiu drogas e a morte de Guilherme, seu filho com a atriz Christiane Torloni, irmão gêmeo do ator Leonardo Nogueira – hoje com 30 anos –, quando o menino tinha 12 anos, em 1991, em um acidente de carro. “Fui para o fundo do poço”, diz ele. Casado pela sétima vez, há 21 anos, com a atriz Deborah Evelyn, com quem tem Luíza, de 16 anos, Dennis ainda é pai de Tainá, de 27 anos, de sua união com a atriz Monique Alves, que morreu de leucemia, em 1984. Sobre a minissérie de Maria Adelaide Amaral, baseada na vida dos cantores da era do rádio Dalva de Oliveira e Herivelto Martins, ele fala com emoção. “É a história da música popular brasileira, de dois ícones de uma época que não vivi, mas que meu pai viveu e sobre a qual falava muito, então, foi muito emocionante.”
QUEM: A minissérie mostra as brigas do casal. Foi difícil conduzir a edição para que a história não ficasse a favor dele ou dela?
DENNIS CARVALHO: Primeiro, surgiu a ideia da Maria Adelaide Amaral, de fazer uma minissérie sobre a Dalva de Oliveira. Ela começou a escrever e sentiu que a história era sobre o casal. A minissérie mostra como eles se conheceram e se apaixonaram, a separação, que foi terrível, a briga deles, que se tornou pública, e vai até a morte de Dalva, por cirrose. Eu não tive o que mexer na edição porque a Maria Adelaide já entregou pronto. Acho que as mulheres vão torcer pela Dalva (risos).
QUEM: O que mais emocionou você nesse trabalho?
DC: Foi poder resgatar essa história do Brasil. É a história da música popular brasileira, de dois ícones de uma época que não vivi, mas que meu pai viveu e sobre a qual falava muito, então, foi bastante emocionante. E foi muito bonito ver a Dalva existir através da Adriana. É impressionante como elas estão iguais.
QUEM: Existe, na vida real, uma rivalidade entre Bily e Pery Ribeiro, filhos de Herivelto com Dalva, e Yaçanã Martins, filha de Herivelto com Lurdes, sua terceira mulher. Como foi contornar os egos das duas partes?
DC: Foi delicado, porque estou mexendo em um problema de anos, mágoas, rancores. Mas acho que eles conseguiram se segurar na minha frente. Sei que há um clima meio tenso no ar, no qual não quero me meter, mas conosco não houve nenhum problema.
“FOI UMA ÉPOCA MUITO DIFÍCIL, FUI PARA O FUNDO DO POÇO. AÍ, ENFIEI A CABEÇA AINDA MAIS NAS DROGAS. (...) MAS, GRAÇAS A DEUS, ESTOU VIVO. ESTOU AÍ.”
QUEM: Deborah Evelyn é sua sétima mulher. O que é mais difícil numa separação?
DC: Acabei ficando especialista em cenas e histórias de separação (risos). Acho que a vida ensina a gente. É muito duro se separar. É difícil, doloroso. Quem vai ficar com o que, com os filhos. Dirigir as cenas de Dalva e Herivelto, nesse sentido, também era algo muito dolorido para mim.
QUEM: O Fábio Assunção veio de uma fase delicada, da luta contra as drogas. Você deu tratamento especial a ele?
DC: O Fábio é muito meu amigo. Não dei tratamento especial, eu tive muito carinho com ele, como sempre. Esse é o quarto ou quinto trabalho que ele faz comigo e, como eu também passei por esse problema (a luta contra as drogas), fui companheiro. Eu sabia que a volta ia ser delicada para ele, o momento de reencontrar as pessoas. Nesse sentido, tentei dar um carinho maior e deu certo, ele relaxou. Ele dá um show como Herivelto e está muito maduro como ator.
QUEM: Você se reconheceu nele, já que também passou pelo mesmo problema?
DC: Não me reconheci nele, me reconheci na doença, que é a dependência química, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, e que, se você não tratar, morre. As pessoas mudam, mas a doença é a mesma. Cada um age de uma maneira, extrapola a doença de uma maneira.
QUEM: O que foi mais difícil superar?
DC: Foi me reencontrar com a sociedade, com meus filhos, com a minha vida, com tudo.
QUEM: Você disse que não usa drogas há 15 anos. Quais as piores tentações pelas quais passou nesse período?
DC: O que ajudou muito foram as reuniões no NA (Narcóticos Anônimos), que frequentei durante três anos. Eu ia diariamente. Isso dá força para você não cair em tentação. Fora a internação, que durou 40 dias, foi o NA que me ajudou muito nesse sentido.
QUEM: Foi difícil admitir para as pessoas que estava doente?
DC: Depois que saí da internação não foi difícil. Foi difícil entrar na internação, porque é a doença da negação. Você sempre acha que não está doente, que não é com você, que você não tem problema. Até você aceitar que é doente. Eu vou uma vez por mês ao NA visitar os amigos. E lá é muito gostoso.
QUEM: A Deborah foi fundamental nesse processo?
DC: Foi fundamental, uma tremenda companheira. Ela sofreu junto comigo e me ajudou muito. Também teve que frequentar o Nar-Anon (programa do NA que se foca no tratamento dos familiares de dependentes químicos), o que foi muito bom. Ela foi uma companheiraça.
“NÃO ME RECONHECI NELE (FÁBIO ASSUNÇÃO), ME RECONHECI NA DOENÇA, QUE É A DEPENDÊNCIA QUÍMICA (...) E QUE, SE VOCÊ NÃO TRATAR, MORRE.”
QUEM: Você também já declarou que se aprofundou mais no problema com as drogas quando perdeu seu filho, Guilherme...
DC: Foi tudo junto. Acho que a doença vinha crescendo e, com a morte dele, a coisa extrapolou.
QUEM: E a morte dele, você a superou?
DC: Não, isso a gente nunca supera. A perda de um filho é a pior coisa que pode existir para um ser humano. Porque não é a ordem natural das coisas.Não dá para superar. Tem época que eu me lembro, me dá muita vontade de chorar. Dá muita saudade, até hoje.
QUEM: Você já teve várias perdas...
DC: No mesmo ano, foi minha mãe (Djanira Carvalho) e meu filho, com diferença de dois meses. E, no ano seguinte, minha mulher, Monique. Foi um período muito difícil, fui para o fundo do poço. Aí, enfiei a cabeça ainda mais nas drogas. Foi a fase mais difícil da minha vida, mas, graças a Deus, estou vivo. Estou aí.
QUEM: O Leonardo sente falta do Guilherme?
DC: Sente. Eles eram muito ligados. Tanto é que o Leonardo e a Christiane moraram dois anos em Portugal quando o Guilherme morreu, porque eles não tinham condições de ficar aqui no Brasil, de enfrentar as coisas, as pessoas.
QUEM: Como é sua relação com Leonardo? Ele o faz lembrar muito o Guilherme, já que eram gêmeos?
DC: Claro, fico imaginando como o Guilherme seria nessa idade, desse tamanho. Fico na imaginação e, às vezes, converso muito com o Leo sobre isso. Ele também sente essa curiosidade, de ver como o irmão estaria nessa idade. Mas ele deve estar num bom lugar lá em cima.
QUEM: Você e a Deborah superaram tudo juntos. O que você acha que faltou na história de Dalva e Herivelto para eles superarem juntos?
DC: Acho que era uma época diferente, em que a ganância falava mais alto. A ganância pelo sucesso, pelo dinheiro... Isso atrapalhou muito o casal. E o Herivelto se apaixonou pela Lurdes. Foi uma traição, acho.
QUEM: E você, já traiu?
DC: Em outros relacionamentos, algumas vezes, sim. Com a Deborah, não.
FONTE : QUEM
DFTV -Christiane Torloni e Dennis Carvalho - 1976 / Festa dos Estados
Fantástico -Christiane Torloni apresentando o conjunto Boca Livre - 1979
Bia Seidl "morre de rir" ao assistir cena dela e Christiane Torloni em A gata Comeu
Globo Esporte: Nei paraíba vai casar - Cenas de Torre de Babel e outras novelas
Quem abre a porta do apartamento de Christiane é ... Denis Carvalho. Como todo mundo sabe, eles se separaram, mas a presença amistosa, descontraída do ex-marido em sua casa demonstra qual é o estilo de vida de Christiane. Ela é uma mulher que parece estar em constante descoberta, fazendo um grande esforço para compreender bem a vida e tentar ser feliz com os filhos .
“ Quando vejo a garota por aí , na adolescência , transando sexo com o namorado, acho fantástico e ao mesmo tempo fico triste. Nesta idade eu brincava de bonecas !Ao mesmo tempo reconheço a importância dessa geração que , definitivamente, acabou com a hipocrisia do sexo. Mas pergunto: será que não estão antecipando emoções ?”
“ Nunca acompanhei modismos. Na época em que a maioria das meninas tinham suas experiências sexuais - aos 17, 18 anos - eu ainda era virgem . Eu não ia fazer apenas porque todo mundo estava fazendo ...”
“ Mesmo que pudesse, eu jamais me casaria de papel passado, porque papel não faz falta ... a gente já tem duzentos rótulos : casada, desquitada , divorciada, descasada , mãe solteira... você vai juntando os títulos é um saco!”
“ É uma barra enfrentar casamento quando se tem a mesma profissão. É muito trabalho e a gente vive desencontrando.Acho que casar com alguém de outra profissão deve ser melhor. Ajuda a equilibrar.”
“ Não me abalei com a separação . casei-me quando tive vontade, tive filhos quando eu desejei. O desquite foi portanto mais uma etapa da minha vida . Não há receio para enfrentar o mundo.”
“ Bastou-me separar para o assédio começar . E o mais incrível é que o assédio partiu de pessoas amigas. Até hoje o telefone não para de tocar aqui em casa. Já troquei várias vezes o número , mas eles insistem.”

“ A verdadeira revolução é interior . A minha manifestação política é o meu trabalho.[...]Meu trabalho é a liberação da minha ousadia, do meu atrevimento."
"Ainda com medo, acabei aceitando o papel. Pensei : ou sou atriz ou viro dona-de-casa e largo a profissão ...No primeiro dia de filmagem, fiquei em pânico e desmaei. Desmaei ! Juro !"
"Embora não aceite o homossexualismo para mim, acho que se há amor e as pessoas estão dispostas, por que não , uai ?[...] O anormal para mim são as relações sem amor; as relações por interesse, por medo. Quando a relação se baseia num sentimento de amor, tem que ser respeitada. Ninguém tem o direito de julgá-la, rotulá-la. E fim de papo.”
“ Não separo sexo do amor . Não consigo transar por transar. Ao mesmo tempo sou uma pessoa que responde aos seus desejos.”
“ Para minha cabeça está cada vez mais difícil viver com uma pessoa hoje em dia. Necessariamente , as duas partes têm que abrir mão do seu espaço. E não estou a fim disso. A maioria das pessoas está querendo viver juntas . Para mim ... eu abro mão dessa união.”
“ Acho que Sartre e Simone de Beauvoir estavam corretos : moravam separados e se amaram durante cinqüenta anos.”
“ Ás vezes fico pensando : quem diria, Christiane, você casada , desquistada, dois filhos ... E tem somente 23 anos ?”
“Coloque –se no meu lugar só por um momento . Só um momento . Ser atriz ... Você chega em casa depois de um dia exaustivo, cuida das crianças, acompanha o jantar, liga a TV para relaxar e recebe um tapa na cara : a televisão está noticiando a sua separação. Comigo foi assim .Eu e Denis não tínhamos nos separado ainda."
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