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19/09/2015

Christiane Torloni lamenta ausência no Rock in Rio


      Christiane Torloni lamenta ausência no Rock in Rio e brinca: 'Meu bebê vai estar lá'

Direto de São Paulo, onde está em cartaz no teatro, Christiane fala sobre a fama de sua frase "Hoje é Dia De Rock, Bebê", que se tornou um dos ícones do Rock in Rio e serviu de inspiração para a hashtag #TôNoRockBebê, utilizada pelo Gshow e a TV Globo na cobertura do evento. “É como Santos Dumont. É assim mesmo. Deixa cair, dá para a humanidade e está bom.  É uma frase alegre, que vem de um momento gostoso e feliz, totalmente rock and roll. Fico feliz. Adoro!”, diz ela em entrevista ao Gshow por telefone, minutos antes de entrar em cena.


Por não estar no Rio de Janeiro, Christiane não vai poder curtir os shows do festival. “O tributo ao Queen, fiquei morrendo de inveja de todo mundo. Teve a homenagem a Cássia Eller. Estou em São Paulo. Nem que eu quisesse...”, lamenta.

Mesmo assim, a atriz sabe que, de alguma maneira, estará presente nesta e em todas as futuras edições do Rock in Rio. “Meu bebê vai estar lá. Não tem problema”, diverte-se.

Christiane também concedeu uma pequena entrevista ao site da revista Quem sobre este tema e seus gostos musicais, confira:


Qual foi o primeiro show que você foi?
Foi o do Rick Wakeman no Maracanazinho, no Rio. Foi sensacional! Uma das coisas que mudam a vida.

Já teve um ídolo na música?
Muitos! O primeiro ídolo foi os Beatles – fui apresentada pela minha mãe com menos de 10 anos, depois Rolling Stones e Rita Pavone.

Qual a importância da música na sua vida e o que tem escutado atualmente?
Música é tudo! O disco mais ouvido no momento é o Hit Man Returns: David Foster & Friends (2011). Também ouço de Peter Gabriel e Phill Colins.

Os fãs ainda usam a frase "hoje é dia de rock, bebê" quando te encontram? O que acha disso?
Sim! Acho que é uma pérola do rock bebê.

Vai ao Rock in Rio?
Não porque estou em São Paulo em cartaz no Teatro das Artes com o espetáculo Master Class.

Como está sendo viver uma cantora nos palcos? Já era fã da Maria Callas?
Ela chegou pra mim há uns 30 anos. Eu ficava, há uns dez anos, vendo aos prantos os consertos da Callas com o José Possi Neto (diretor do espetáculo Master Class). A Callas te apresenta o mundo de uma maneira e faz você olhar o mundo de outra maneira. É como um pintor. Ela é uma mestra, uma inspiração. Ela não era só uma intérprete, ela era uma grande música e tocava piano muito bem. Entedia tanto de música quanto os maestros que a regiam.

Fonte: GShow e Quem

Um comentário:

Janine disse...

meu pai era maestro e violinista mas tocava praticamente todos os instrumentos de uma orquestra, por isso também curto muito tudo de música mas nunca tive o dom q ele tinha nem o ouvido para entender e tocar de tudo, parabéns pois você também teve contato muito cedo como eu com a música, que já nasci com uma bela sinfonia tocando em meus ouvidos!
Janine