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09/09/2009

Christiane Torloni revela que Melissa vai auxiliar tratamento de Tarso


Depois de muito relutar para aceitar a verdade sobre a saúde mental de seu filho Tarso, a personagem Melissa, interpretada pela atriz Christiane Torloni, gravou nesta terça-feira, 8, suas últimas cenas ao lado de Bruno Gagliasso. Empolgada com o final de sua personagem, Christiane falou ao EGO durante o evento “Loucos por música”, no Rio, sobre a despedida de Melissa em “Caminho das Índias”.

“A Melissa foi uma personagem ícone do preconceito. Ela representou as pessoas que estão com esse desafio dentro de suas casas e que preferem cruzar os braços e fazer vista grossa. A mãe tem que ter presença sempre, ela precisava entregar o filho para o tratamento. O amor dela vai ajudar muito. O amor de mãe é insubstituível e deve andar junto com o tratamento médico”, explicou Torloni.

Após receber um tratamento específico e medicação para controlar sua esquizofrenia, Tarso retoma o convívio social através de sua participação em uma banda formada por pessoas na mesma situação que a sua. Trata-se do grupo “Harmonia Enlouquece”, que existe na vida real. Na plateia, Melissa aplaude o talento do filho.

“Ela vingou o marido, fez as coisas dela durante a história, mas no final aplaude o filho em um show de loucos por música, como aconteceu. Foi uma oportunidade diferente para a Melissa se avaliar. A Melissa não deixou de ser a Melissa. Ela não foi artificial e não usamos nenhum elemento artificial para dar esse tom de mudança na vida dela. Simplesmente aconteceu, caiu a ficha.”


O casamento de Tarso


Depois de um dia inteiro gravando as cenas do casamento de Tarso e Tônia, a atriz Christiane Torloni disse que a união entre os dois foi uma espécie de saída para o personagem, que sofreu por causa de sua esquizofrenia: “O casamento é um começo. O personagem foi muito torturado durante a trajetória da novela e merce esse casamento, merece uma pessoa como a Tônia. Se o Tarso não se casasse, o fim dele poderia ter sido o suicídio, ele poderia ter se jogado de um viaduto, por exemplo.”

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